Este blog, criado e dirigido pelo professor Michel Farah Valverde, traz ideias, reflexões e demais informações referentes à filosofia, política, artes e educação. É destinado a todos os interessados, em especial aos jovens, estudantes ou não. Os textos publicados pelo autor podem ser usados, com a condição de que seja citada a fonte.







sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Mensagem de Alberto S. R. Monteiro

URGENTE: DEFENSORA DO ABORTO PODERÁ SER NOMEADA PARA O STF


OBJETIVO DESTA MENSAGEM:




A REPRESENTANTE DE UMA DAS MAIS

IMPORTANTES ORGANIZAÇÕES

INTERNACIONAIS QUE PROMOVE O

RECONHECIMENTO MUNDIAL DO ABORTO COMO

DIREITO HUMANO E A COMPLETA

LEGALIZAÇÃO DESTA PRÁTICA ESTÁ PARA

SER NOMEADA MINISTRA DO SUPREMO

TRIBUNAL FEDERAL PELO GOVERNO

BRASILEIRO.



Nesta mensagem descrevo com detalhes o que está acontecendo, ofereço

os links para comprovar a veracidade de todas as afirmações feitas e

peço aos que a receberem que possam MANIFESTAR-SE

DEMOCRATICAMENTE JUNTO AOS ÓRGÃOS

COMPETENTES DA PRESIDÊNCIA DA

REPÚBLICA.



Agradeço a todos pelo grande bem que estão ajudando a promover.



Alberto R. S. Monteiro



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1. DEFENSORA DO ABORTO COMO DIREITO

HUMANO PODERÁ ASSUMIR VAGA DE MINISTRO

DO STF.



2. COMO MANIFESTAR-SE

DEMOCRATICAMENTE.



3. MAILS E TELEFONES DA PRESIDÊNCIA DA

REPÚBLICA.



4. GOVERNO FEDERAL COGITA EM FLÁVIA

PIOVESAN PARA ASSUMIR CARGO NO STF



5. ALGUNS TEXTOS DE FLÁVIA PIOVESAN

DEFENDENDO A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO



6. PARTICIPAÇÃO DE FLÁVIA PIOVESAN NO

CLADEM



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1. DEFENSORA DO ABORTO COMO DIREITO

HUMANO PODERÁ ASSUMIR VAGA DE MINISTRO

DO STF.



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No próximo dia 8 de agosto de 2011 a ministra Ellen Gracie,

primeira mulher a assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal

no Brasil, deverá apresentar sua renúncia ao cargo. A Casa Civil

da Presidência da República já recebeu a informação e trabalha na

indicação de sua sucessora, entre as quais figura em destaque o nome

de Flávia Piovesan, professora de Direito na Pontifícia

Universidade Católica de São Paulo e uma das principais promotoras

da legalização do aborto no Brasil e do reconhecimento desta prática

como um direito humano.



A professora Flávia Piovesan já se pronunciou publicamente

inúmeras vezes nos últimos 20 anos a favor da completa legalização

do aborto no Brasil, e é membro destacado do CLADEM (Comitê

Latino Americano e Caribenho para a Defesa dos Direitos da

Mulher), uma organização que trabalha para promover o aborto como

direito humano em todos os países da América Latina.



É o CLADEM quem criou e promove todos os anos, no dia 28 de

setembro, simultaneamente em todos os países da América Latina, o

Dia Internacional da Luta pela Descriminalização do Aborto.



As atividades do CLADEM são financiadas, entre outras

organizações, pela Fundação Ford, que foi a criadora, em

1990, através do famoso relatório "SAÚDE

REPRODUTIVA: UMA ESTRATÉGIA PARA OS

ANOS 90", do conceito de "direitos sexuais e reprodutivos",

que representou uma nova estratégia para promover em todo o mundo a

prática do aborto.



O relatório da Fundação Ford, que antes de ficar famoso, já

esteve por muitos anos no site da organização, pode hoje ser

encontrado em outros endereços da internet. O texto completo em

inglês pode ser baixado do site



http://www.votopelavida.com/fordfoundation1990.pdf



e uma versão resumida em português pode ser encontrada no endereço:



http://www.votopelavida.com/fundacaoford1990.pdf 



Poucos anos depois da publicação deste programa, as orientações do

relatório da Fundação Ford foram adotadas em sua íntegra pela

ONU. Os principais passos para isto foram dados por ocasião de uma

reunião internacional de líderes feministas realizada em 1992 no

Rio de Janeiro, da Conferencia do Cairo realizada em 1994, da

Conferência da Mulher realizada em Pequim em 1995 e,

principalmente, através da conferência realizada a portas fechadas em

1996 em Glen Cove, uma ilha próxima a Nova York, entre as

principais organizações que promovem internacionalmente o aborto e os

representantes dos Comitês de Monitoramento dos tratados de direitos

humanos da ONU. Leia mais sobre a Conferência de Glen Cove

neste relatório:



http://www.votopelavida.com/assaltodestruicao.pdf



Além da ONU, a Fundação Ford passou a desenvolver e financiar

uma extensa rede internacional de ONGs para defender os direitos

reprodutivos e o próprio aborto como um novo direito humano. Entre

estas ONGs estava o CLADEM. No relatório intitulado "OS

40 ANOS DA FUNDAÇÃO FORD NO BRASIL - UMA

PARCERIA PARA A MUDANÇA SOCIAL", publicado

em 2002 pela Fundação Ford, a organização americana afirma

ter sido



"NOTÁVEL O APOIO CONFERIDO AO COMITÊ

LATINO AMERICANO E CARIBE PARA A DEFESA

DOS DIREITOS DA MULHER (CLADEM), PARA A

REALIZAÇÃO DE ENCONTROS REGIONAIS E

INTERNACIONAIS, BEM COMO A PRODUÇÃO DE

DOCUMENTAÇÃO ESPECIALIZADA SOBRE

VIOLÊNCIA".



[OS 40 ANOS DA FUNDAÇÃO FORD NO BRASIL -

UMA PARCERIA PARA A MUDANÇA SOCIAL, pg.

235:

http://www.fordfoundation.org/pdfs/library/Os_40_Anos_da_Funda%C3%A7%C3%A3o_Ford_no_Brasil.pdf]



Tanto a Fundação Ford como o CLADEM entendem que o aborto,

enquanto não for plenamente legalizado, apesar de envolver a morte de

um ser humano inocente, constitui uma das formas de violência contra a

mulher.



No mesmo ano de 2002 a organização pro vida HUMAN LIFE

INTERNATIONAL denunciava que a Fundação Ford havia

doado nos últimos dois anos quase um milhão de dólares para os

trabalhos a favor do aborto do CLADEM na América Latina:



"ADEMAIS, A FUNDAÇÃO FORD INJETOU 772

MIL DÓLARES DE 1999 A 2001 PARA O COMITÊ

LATINO AMERICANO PARA A DEFESA DOS

DIREITOS DA MULHER (CLADEM), UMA

ORGANIZAÇÃO FEMINISTA PRÓ-ABORTO COM

RAMIFICAÇÕES EM TODOS OS PAÍSES LATINO

AMERICANOS".



[American Foundations: Funding Pro-Abortion Extremists in

Latin America:

http://www.vidahumana.org/english/family/us-foundations-la.html]



A professora Flávia Piovesan já foi bolsista da própria

Fundação Ford e várias vezes representou o CLADEM junto à

ONU para a defesa dos Direitos Sexuais e Reprodutivos, incluindo

aí não só o direito ao aborto como também a conseqüente

condenação dos países que se recusassem a legalizar a prática como

violadores dos direitos humanos das mulheres.



Exatamente nesta linha, o CLADEM, do qual a professora

Piovesan é membro, encaminhou, em 2010, um relatório à

Comissão Interamericana de Direitos Humanos, em que o Brasil é

acusado de



"GRAVES VIOLAÇÕES AOS DIREITOS HUMANOS

DAS MULHERES",



por recusar-se a legalizar a prática do aborto. O relatório afirma

que a ONU



"RECONHECEU QUE OS DIREITOS SEXUAIS E

REPRODUTIVOS ERAM DIREITOS HUMANOS E

QUE O GOVERNO BRASILEIRO, QUANDO

ASSINOU TAIS DOCUMENTOS, PASSOU A

ASSUMIR UM COMPROMISSO POLÍTICO DE

ALCANÇAR AS METAS ALI PREVISTAS",



e lembra que em julho de 2007, o Comitê CEDAW recomendou ao

governo brasileiro que



"ACELERE A REVISÃO DA LEGISLAÇÃO QUE

CRIMINALIZA O ABORTO, COM O FIM DE

ELIMINAR AS PROVISÕES PUNITIVAS

IMPOSTAS ÀS MULHERES QUE SE SUBMETEM A

UM ABORTO",



e que a



"CRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO COMO UMA

FORMA DE DISCRIMINAÇÃO CONTRA A

MULHER, QUE RESTRINGE O EXERCÍCIO DE

SEUS DIREITOS HUMANOS E LIBERDADES

FUNDAMENTAIS".



Esta restrição, lembra ainda o CLADEM à Comissão

Interamericana de Direitos Humanos,



"VIOLA OS DIREITOS DAS MULHERES,

VIOLANDO OS SEUS DIREITOS SEXUAIS E

DIREITOS REPRODUTIVOS".



http://cladem.org/index.php?option=com_rokdownloads&view=file&task=download&id=1267%3Admreunio-presidente-cidh-brasil-2010&Itemid=115



A nomeação da professora Flávia Piovesan para o Supremo Tribunal

Federal, além de contribuir notavelmente para a promoção do aborto

como direito humano, contribuirá principalmente para o agravamento do

ativismo jurídico por parte do STF.



Entende-se por ATIVISMO JUDICIAL a tendência, cada

vez mais institucionalizada e instrumentalizada, para que o Poder

Judiciário interfira nas atribuições do Poder Legislativo e, sem

nenhum controle por parte do povo, legisle como um poder superior ao

próprio Legislativo. Nos últimos dez anos os juristas brasileiros

tem sido doutrinados para considerar o ativismo judicial como um

aperfeiçoamento das instituições democráticas, mas na verdade

trata-se de uma nova forma de ditadura exercida, desta vez, por parte

do judiciário, já em estado adiantado de implantação na União

Européia.



Se o ativismo judicial é confundido com um progresso para as

instituições democráticas é porque as ditaduras, de modo geral, em

seus inícios, são formas de governo mais eficientes do que as

democracias, e nisto são muitos os que tem razão quando defendem o

ativismo judicial, mas estes mesmos esquecem-se que posteriormente a

conta que deverá ser paga pelo povo revelar-se-á excessivamente

alta. É lição conhecida por todos como Hitler e Mussolini foram,

em suas épocas, entusiasticamente aplaudidos por terem sabido tirar a

Alemanha e a Itália da miséria, para em seguida submergiram o mundo

na mais sangrenta de todas as guerras.



A Fundação Ford, a ONU e o CLADEM, contra todas as

evidências mais claras da ciência e do senso comum, consideram que o

aborto é um direito humano das mulheres, que aqueles que defendem a

vida humana antes do nascimento devem ser acusados como violadores dos

direitos humanos e de uma legislação internacional inexistente, e que

a prática do aborto deve ser imposta a todo o mundo.



A Fundação sabe que o aborto não pode ser imposto, pelo menos no

mundo ocidental, pela simples força bruta. Mas não é necessário

impô-lo pela força bruta, inclusive porque existem meios muito mais

eficientes para impô-lo e que já estão sendo amplamente utilizados.

De fato, estimava-se que, durante os anos 70, o planejamento

familiar, a esterilização e o aborto impediram o nascimento de um

bilhão de pessoas. Verificou-se que as taxas de natalidade haviam

diminuído, mas descobriu-se também que estas haviam-se nivelado em

um patamar que ainda favoreciam um rápido e contínuo crescimento

populacional mundial. Diante destes dados, segundo pode-se constatar

pela leitura do relatório programático intitulado "SAÚDE

REPRODUTIVA, UMA ESTRATÉGIA PARA OS

ANOS 90", a Fundação Ford estimou que para alcançar-se o

crescimento zero seria necessária uma redução da natalidade para a

qual a oferta de serviços médicos poderia contribuir no máximo com

40%, enquanto que os restantes 60% somente poderiam ser

alcançados mediante alterações sociais: as pessoas deveriam ser

motivadas a não desejar ter filhos, e este não era um problema que

pudesse ser resolvido pela classe médica, mas pelos cientistas

sociais. O relatório apresentado pela Fundação em 1990

propunha, por este motivo,



1. RECONCEITUALIZAR A SAÚDE E A DOENÇA

NÃO APENAS COMO ESTADOS BIOLÓGICOS,

MAS COMO PROCESSOS RELACIONADOS AOS

MODOS COMO AS PESSOAS VIVEM.



2. INTRODUZIR OS CONCEITOS DE SAÚDE E

DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS.



3. EMPODERAR AS ORGANIZAÇÕES DE

MULHERES PARA PROMOVER A SAÚDE

REPRODUTIVA.



4. FINANCIAR A PROMOÇÃO DE DEBATES E A

DISSEMINAÇÃO DE INFORMAÇÃO PARA

DEFINIR ÁREAS DE CONSENSO SOBRE

POLÍTICAS DE SAÚDE REPRODUTIVA.



O enfoque dado para o aborto deveria ser transplantado do esquema

conceitual das leis costumeiras para o novo paradigma da saúde

reprodutiva das mulheres. Conforme afirmava o relatório,



"O RECONHECIMENTO E O RESPEITO POR

ESTES DIREITOS, COM OS QUAIS O ABORTO

TEM RELAÇÃO DIRETA, É UM OBJETIVO DE

LONGO PRAZO ESTABELECIDO PELA FUNDAÇÃO

FORD".



http://www.votopelavida.com/fordfoundation1990.pdf



MAS ESTE NÃO É DECIDIDAMENTE O

PENSAMENTO DO POVO BRASILEIRO. Para a

crescente e esmagadora maioria dos brasileiros, o aborto é o

assassinato de um ser humano e uma agressão à natureza da mulher.



O Ministro Marco Aurélio de Melo do STF, ignorando a posição

do povo brasileiro, seguindo a linha das grandes organizações

internacionais, defendendo o mais prepotente ativismo judicial e

usurpando abertamente as funções do legislativo, já declarou para

todo o Brasil, diante das câmaras de televisão, que não deseja

aposentar-se antes que possa ver o aborto totalmente liberado pela

Corte Suprema.



A nomeação da professora Flávia Piovesan para o STF

representará o agravamento destas lamentáveis posições e uma nova

tentativa, por parte do governo federal, de legalizar o aborto,

através da via judiciária, por meios ditatoriais.



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2. COMO MANIFESTAR-SE

DEMOCRATICAMENTE



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Esta mensagem detalha e contextualiza estes e outros pontos sobre a

atuação da professora Flávia Piovesan a favor da promoção da

legalização do aborto no Brasil.



Venho pedir a todos os que entendem a importância do valor da vida e

da preservação da democracia que escrevam, telefonem e enviem faxes

à Casa Civil da presidência da República, pedindo, em nome do

povo brasileiro, que a presidente Dilma Rousseff não nomeie como

ministro do STF a professora Flávia Piovesan.



Nossa presidente comprometeu-se, durante as eleições de 2010,

a não promover a legalização do aborto no Brasil. Espera-se que

ela cumpra as promessas realizadas.



Peço também a todos os que escreverem e se manifestarem, que o

façam sem faltar com a clareza, MAS SEM FALTAR COM O

RESPEITO DEVIDO A QUEM É A PRINCIPAL

AUTORIDADE EM EXERCÍCIO NO PAÍS.



Lembro o quanto é mais importante enviar um FAX ou fazer um

telefonema do que apenas enviar um e-mail, que pode ser facilmente

deletado dos computadores.



Agradeço a todos pelo grandíssimo bem que estão ajudando a fazer.

O EXTRAORDINÁRIO TRABALHO DE CADA UM

TEM IMPEDIDO EFETIVAMENTE QUE UM

GENOCÍDIO INTERNACIONALMENTE

PLANEJADO SE ESTENDA PARA TODA A

AMÉRICA LATINA.



Continuaremos informando a todos o desenrolar dos acontecimentos. Em

seguida encontram-se os mails e telefones da Presidência da

República



Alberto R. S. Monteiro



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3. MAILS E TELEFONES DA PRESIDÊNCIA DA

REPÚBLICA



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CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA



Ministra da Casa Civil: Gleisi Helena Hoffmann



Telefone: 0 xx 61 3411-1221



E-mail da Casa Civil: casacivil@planalto.gov.br

____________________________________________



GABINETE PESSOAL DA PRESIDENTE DA

REPÚBLICA



0 xx 61 3411.1200



0 xx 61 3411.1201



Fax: 0 xx 61 3411.2222


Para enviar um E-mail à Presidente da República:

https://sistema.planalto.gov.br/falepr2/index.php  

____________________________________________



SECRETARIA GERAL DA PRESIDENCIA DA

REPÚBLICA



Ministro-Chefe: Gilberto Carvalho



0 xx 61 3411.1224



0 xx 61 3321.1994



0 xx 61 3411-1407



E-mail da Secretaria Geral: sg@planalto.gov.br 



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REFERENCIAS



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4. GOVERNO FEDERAL COGITA EM FLÁVIA

PIOVESAN PARA ASSUMIR CARGO NO STF



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Segundo o Consultor Jurídico, a ministra Ellen Gracie deixará o

Supremo Tribunal Federal no dia 8 de agosto. A sucessão da

ministra já é discutida com vigor em Brasília. Segundo a

publicação, um dos nomes mais cotados para a sucessão



"É O DA PROCURADORA DO ESTADO DE SÃO

PAULO E PROFESSORA DA PUC DE SÃO PAULO E

DO PARANÁ, FLÁVIA PIOVESAN. O TRABALHO

CONSISTENTE DA PROFESSORA NA ÁREA DE

DIREITOS HUMANOS, ALINHADO COM A

JURISPRUDÊNCIA CONTEMPORÂNEA DO

SUPREMO, É SEU PRINCIPAL CERTIFICADO

DE HABILITAÇÃO PARA A VAGA". 

http://www.conjur.com.br/2011-jul-29/ministra-ellen-gracie-deixa-supremo-tribunal-federal-agosto 

A Revista Época afirma que a corrida para a disputa da nova vaga já

está aberta, e um dos nomes mais cotados é o da professora Flávia

Piovesan, apresentada como "especialista em direitos humanos":



"NO PRÓXIMO DIA 8, A MINISTRA DO

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF) ELLEN

GRACIE IRÁ SE APOSENTAR. A APROXIMAÇÃO

DE SUA SAÍDA DO ÓRGÃO, REPRESENTANTE

MÁXIMO DO PODER JUDICIÁRIO NO PAÍS, JÁ

ABRIU EXTRA-OFICIALMENTE A CORRIDA

PELA VAGA, QUE JÁ TEM PELO MENOS TRÊS

CANDIDATAS. ENTRE OS NOMES COMENTADOS

NO SUPREMO ESTÃO O DA JUÍZA SYLVIA

STEINER, DO TRIBUNAL PENAL

INTERNACIONAL, DA MINISTRA DO SUPERIOR

TRIBUNAL MILITAR (STM) MARIA ELIZABETH

GUIMARÃES TEIXEIRA ROCHA E DA

PROCURADORA FLAVIA PIOVESAN,

ESPECIALISTA EM DIREITOS HUMANOS".

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI254038-15223,00.html


A Rede Bandeirantes, através de sua colunista Mônica Bérgamo,

afirma que

"AS MAIS FORTES CANDIDATAS À VAGA DE

ELLEN GRACIE, QUE ESTÁ PRÓXIMA DA

APOSENTADORIA, SÃO A JUÍZA SYLVIA

STEINER E A PROCURADORA FLÁVIA

PIOVESAN".

http://www.band.com.br/noticias/brasil/noticia/?id=100000447346



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5. ALGUNS TEXTOS DE FLÁVIA PIOVESAN

DEFENDENDO A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO

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Já em 1997 Flávia Piovesan publicava na Folha de São Paulo

um artigo criticando os professores Hélio Bicudo e Ives Gandra

Martins por se oporem à tentativa do governo de estabelecer uma rede

de atendimento aos casos de aborto decorrentes de estupro. A

professora sustentava que o direito à vida, conforme afirmavam Hélio

Bicudo e Ives Gandra, não é absoluto:



"A CONSTITUIÇÃO, NO ARTIGO 5º, GARANTE

A INVIOLABILIDADE DO DIREITO À VIDA, À

LIBERDADE, À IGUALDADE, À SEGURANÇA E À

PROPRIEDADE, MAS ESTES DIREITOS, AINDA

QUE FUNDAMENTAIS, NÃO SÃO, CONTUDO,

ABSOLUTOS",



afirmava Piovesan, que assinava o artigo como membro do Comitê

Latino-Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher

(Cladem).



[O DIREITO CONSTITUCIONAL AO ABORTO

LEGAL, 27/11/97, Folha de São Paulo,

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/1997/11/27/opiniao/10.html



COMENTÁRIO: A rede de quase uma centena de hospitais que

oferecem serviços de abortos ditos "legais" no Brasil foi

patrocinada pela Fundação MacArthur de Chicago, com a intenção

de criar os precedentes e desencadear os debates que deveriam ter

levado, posteriormente, à total legalização do aborto no Brasil e

ao seu alastramento no restante da América Latina.



LEIA E DIVULGUE O INFORME COMPLETO A

RESPEITO NOS SEGUINTES RELATÓRIOS,

JAMAIS PUBLICADOS PELA IMPRENSA:



"LESSONS LEARNED": O RELATÓRIO SOBRE A

PROMOÇÃO DO ABORTO NO BRASIL PELA

FUNDAÇÃO MACARTHUR

http://www.votopelavida.com/macarthurlessonslearned.pdf

DENÚNCIA: A VERDADE SOBRE A MENINA DE

ALAGOINHA E O SILÊNCIO SOBRE O ABORTO

"LEGAL"

http://www.votopelavida.com/silencioabortolegal.pdf


Em 2003, Flávia Piovesan, assinando novamente como membro do

CLADEM, escreve outro artigo na Folha de São Paulo advogando

a plena legalização do aborto no Brasil. A tônica do artigo tenta

passar ao leitor que o Brasil está obrigado a legalizar o aborto

porque a ONU assim o exige. As resoluções dos Comitês da ONU

mencionados no artigo abaixo pela professora não são obrigatórias e

constituem interpretações abusivas dos tratados em que não se

encontra nenhuma obrigatoriedade de despenalizar o aborto nem de

considerar o aborto como direito humano:



"NO DIA 28 DE SETEMBRO FOI CELEBRADO O

DIA INTERNACIONAL DA LUTA PELA

DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO. É

SOBRETUDO O GRAU DE INSTRUÇÃO QUE

DEFINE A OPINIÃO DA POPULAÇÃO

BRASILEIRA QUANTO AO ABORTO. HÁ,

TAMBÉM, QUE ENFOCAR O ALCANCE DOS

CHAMADOS DIREITOS SEXUAIS E

REPRODUTIVOS.

EM 1994, NA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL

SOBRE POPULAÇÃO E DESENVOLVIMENTO, NO

CAIRO, 184 ESTADOS INEDITAMENTE

RECONHECERAM OS DIREITOS SEXUAIS E OS

DIREITOS REPRODUTIVOS COMO DIREITOS

HUMANOS. TRATA-SE DE DIREITO DE

AUTODETERMINAÇÃO, PRIVACIDADE,

INTIMIDADE, LIBERDADE E AUTONOMIA

INDIVIDUAL, EM QUE SE CLAMA PELA

NÃO-INTERFERÊNCIA DO ESTADO.


IMPORTA REALÇAR QUE A COMUNIDADE

INTERNACIONAL, POR MEIO DOS COMITÊS DA

ONU SOBRE OS DIREITOS ECONÔMICOS,

SOCIAIS E CULTURAIS (PIDESC) E SOBRE A

ELIMINAÇÃO DA DISCRIMINAÇÃO CONTRA A

MULHER (CEDAW), RECOMENDOU AO ESTADO

BRASILEIRO, APÓS AS REUNIÕES DE MAIO

DESTE ANO, EM GENEBRA, E DE JULHO, EM

NOVA YORK, A ADOÇÃO DE MEDIDAS QUE

GARANTAM O PLENO EXERCÍCIO DOS

DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS. AMBOS

ENFATIZARAM A NECESSIDADE DE REVISÃO

DE LEGISLAÇÃO PUNITIVA COM RELAÇÃO AO

ABORTO.


O PIDESC LITERALMENTE RECOMENDA QUE A

LEI SEJA REVISTA, PARA PROTEGER AS

MULHERES DOS EFEITOS DO ABORTO

CLANDESTINO E INSEGURO E GARANTIR QUE

AS MULHERES NÃO SE VEJAM CONSTRANGIDAS

A RECORRER A TAIS PROCEDIMENTOS

NOCIVOS".

[Aborto, Estado de Direito e religião Folha de São Paulo 06

de outubro 2003

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0610200310.htm]

COMENTÁRIO: Para saber a verdade sobre como a ONU está

forçando os países latino americanos a legalizar o aborto, LEIA

E DIVULGUE SEGUINTE RELATÓRIO, JAMAIS

PUBLICADO PELA IMPRENSA:

ASSALTO E DESTRUIÇÃO: A APOSTA DA ONU

NA PROMOÇÃO DO ABORTO NA AMÉRICA LATINA

http://www.votopelavida.com/assaltodestruicao.pdf

No final do ano seguinte de 2004, quando o presidente Lula já se

preparava para constituir a Comissão Tripartite que iria apresentar o

projeto de lei que teria legalizado o aborto durante os nove meses da

gravidez, Flávia Piovesan assinava, em nome do CLADEM, outro

artigo em que defendia a completa despenalização do aborto no

Brasil:



"A LEGISLAÇÃO PENAL ESTARIA EM

CONSONÂNCIA COM A CONSTITUIÇÃO

BRASILEIRA DE 1988 E COM OS PARÂMETROS

INTERNACIONAIS CONTEMPORÂNEOS ACERCA

DO TEMA, RESPEITANDO AS MULHERES

ENQUANTO CIDADÃS?



O CÓDIGO PENAL CRIMINALIZA O ABORTO

PROVOCADO PELA GESTANTE OU POR

TERCEIRO COM SEU CONSENTIMENTO.

DEFENDEMOS A URGENTE E NECESSÁRIA

REVISÃO DESSA LEGISLAÇÃO PUNITIVA.



A CRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO VIOLA OS

DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS DAS

MULHERES, RECONHECIDOS COMO DIREITOS

HUMANOS NAS CONFERÊNCIAS

INTERNACIONAIS DO CAIRO E COPENHAGUE,

EM 1994, E DE PEQUIM, EM 1995.



IMPORTA REALÇAR QUE OS COMITÊS DA ONU

SOBRE OS DIREITOS ECONÔMICOS, SOCIAIS

E CULTURAIS (PIDESC) E SOBRE A

ELIMINAÇÃO DA DISCRIMINAÇÃO CONTRA A

MULHER (CEDAW) RECOMENDARAM AO ESTADO

BRASILEIRO, EM 2003, A ADOÇÃO DE

MEDIDAS QUE GARANTAM O PLENO EXERCÍCIO

DOS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS.

AMBOS ENFATIZARAM A NECESSIDADE DA

REVISÃO DA LEGISLAÇÃO PUNITIVA COM

RELAÇÃO AO ABORTO".

[A Lei do Aborto deve ser revista? Sim. Folha de São Paulo

18/12/04:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1812200409.htm

Para entender como o governo do presidente Lula, apesar da grande

rejeição ao aborto no Brasil, conseguiu apresentar um projeto de lei

que deveria ter legalizado totalmente esta prática durante TODOS

OS NOVE MESES DE GRAVIDEZ, LEIA E

DIVULGUE SEGUINTE RELATÓRIO, JAMAIS

PUBLICADO PELA IMPRENSA:


CONTEXTUALIZAÇÃO DA DEFESA DA VIDA:

COMO FOI INTRODUZIDA A CULTURA DA MORTE

NO BRASIL


http://www.votopelavida.com/defesavidabrasil.pdf  

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6. PARTICIPAÇÃO DE FLÁVIA PIOVESAN NO

CLADEM


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O nome da professora Flávia Piovesan não consta do site oficial do

CLADEM. Não foram também encontrados trabalhos mais recentes

da professora assinados em nome do CLADEM. Talvez,

coincidência ou não, porque pelo menos desde 2009 já se cogita o

seu nome para a sucessão da ministra Ellen Gracie.

Em 2009 a revista Consultor Jurídico, apresentando a professora

Piovesan como

"UMA ESTUDIOSA QUE TEM DEDICADO A VIDA

A PESQUISAR OS DIREITOS HUMANOS",

afirmava que

"O TRABALHO DE FLÁVIA PIOVESAN FOI

RECONHECIDO ESTE ANO PELA COMUNIDADE

JURÍDICA, QUE COGITA SEU NOME PARA

OCUPAR UMA POSSÍVEL VAGA A SER DEIXADA

PELA MINISTRA ELLEN GRACIE NO SUPREMO

TRIBUNAL FEDERAL".
http://www.conjur.com.br/2009-abr-05/entrevista-flavia-piovesan-procuradora-estado-sao-paulo  

Mas alguns sites internacionais ainda mencionam Flávia Piovesan como

membro do CLADEM. Entre eles estão:



- TORONTO INICIATIVES FOR ECONOMICS

AND SOCIAL RIGHTS, ADVISORY BOARD:

"Professor Flavia Piovesan is a Member of the Latin American and

Caribbean Committee for the Defence of Women's Rights".
http://tiesr.org/b_piovesan.html  


- UNITED NATIONS OFFICE OF THE HIGHER

COMISSIONER FOR HUMAN RIGHS: OHCHR

1996-2011: "Professor Flavia Piovesan (Brazil)

currently is also a Member of the Latin American and Caribbean

Committee for the Defence of Women's Rights".


http://www.ohchr.org/EN/Issues/Development/Pages/FlaviaPiovesan.aspx


Contato: http://br.mc431.mail.yahoo.com/mc/compose?to=albertomonteiro@mailandweb.com.br





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